06 junho, 2017
Como devo me comportar numa entrevista de emprego?
10 outubro, 2016
A sociedade de confiança
A sociedade de desconfiança é uma sociedade temerosa, ganha-perde: uma sociedade na qual a vida em comum é um jogo cujo resultado é nulo, ou até negativo ("se tu ganhas eu perco"); sociedade propícia à luta de classes, ao mal-viver nacional e internacional, à inveja social, ao fechamento, à agressividade da vigilância mútua. A sociedade de confiança é uma sociedade em expansão, ganha-ganha ("se tu ganhas, eu ganho"); sociedade de solidariedade, de projeto comum, de abertura, de intercâmbio, de comunicação. Naturalmente, nenhuma sociedade é 100% de confiança ou de desconfiança. Do mesmo modo que uma mulher nunca é 100% feminina, nem um homem 100% masculino: este comporta sempre uma parte de feminilidade, aquela sempre um pouco de virilidade. O que dá o tom, é o elemento dominante.
Alain Peyrefitte
19 novembro, 2015
BAUMAN E SUA CRÍTICA A MODERNIDADE
Bauman, Z. (2006) Amor líquido: sobre a fragilidade dos laços humanos. Lisboa: Relógio d’Água.
Bibliografia complementar
Café Filosófico: O diagnóstico de Zygmunt Bauman para a Pós-Modernidade. Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=6xt-k2kkvb4>. Acesso em: 13 out. 2015.
KANT, I. (1994) Fundamentação da metafísica dos costumes. Tradução: Paulo Quintela. Lisboa: Edições 70.
08 junho, 2015
Percepção e Sentido, um outro olhar é possível?
Se o mundo é o sentido que damos, então um outro olhar é possível? Que cultura podemos ter? Que sentido e significado?
20 abril, 2015
Sobre o Projeto de Lei nº 4.330/2004 e a terceirização do trabalho no Brasil
13 abril, 2015
Um olhar sobre o Brasil...
- O senhor me leva na Avenida França?
- Em que ponto da Avenida?
- No consulado brasileiro, número 20.
- Você é brasileiro?
- Sim.
- Hum, eu tenho uma filha que estuda lá, na UFRJ.
- Ah, legal.
- E você, é de São Paulo ou Rio? ( eu sabia que iria vir a pergunta, se eu era de SP...e tal, então pensei, vou sacanear um taxista hoje.)
- Nenhum dos dois.
- Silêncio...
- De onde é?
- Sou de Giruá, das bandas do Rincão Melgarejo. (hehehe... sacanagem né)
- Silêncio...
- Hum... e onde fica Giruá, lá no Brasil?
- Fica no Estado do Rio Grande do Sul. No extremo sul do País.
- Ah, sim, onde cai neve e tem churrasco bom!
- É, é mais ou menos isso!
A impressão que tenho, que no senso comum dos irmãos portugueses, o Brasil é mais ou menos assim:
Tem as praias dos estados do nordeste, na sequência é Rio de Janeiro, com mais praias, e saindo das praias do RJ, você olha o Corcovado, mas já da cidade de São Paulo. Claro, com condomínios de luxo, todos cercados e protegidos com muita segurança. E no entorno desses, favelas, muita pobreza e violência.
Eu tenho até a imagem do mapa, em minha cabeça.
13 abril, 2014
Mundança...
16 janeiro, 2013
A BELA E HISTÓRICA ARQUITETURA DE SÃO BORJA
Foto: Darci Bergmann, 09/05/2010
29 fevereiro, 2012
ORIGEM E EVOLUÇÃO DA VIDA: ESTUDOS E PERCEPÇÕES NA SALA DE AULA

Por Melissa Bergmann e Jarbas Felicio Cardoso*
Responder às indagações dos alunos sobre as questões da evolução da vida não é tarefa simples para os professores, em especial os da escola básica, principalmente com relação à evolução humana. A compreensão do surgimento da vida e da di versidade biológica requer o entendimento dos mecanismos evolutivos ao longo de bilhões de anos. A evolução biológica deveria permear todos os conteúdos de Biologia, mas ao invés disso, os conteúdos são trabalhados de forma estanque e se m inter-relação. Em geral, o primeiro ano do ensino médio tem como temas as teorias da origem da vida, evolução e citologia, sendo a ecologia, a diversidade dos seres vivos e a genética tratados nos anos posteriores.
A ordem dos conteúdos pode variar de escola para escola e de região para região. Quando se inicia o estudo da célula (citologia), os livros didáticos abordam a evolução dos primeiros seres vivos unicelulares até os pluricelulares, mostrando o aumento da complexidade das células procariotas em relação às eucariotas. Os alunos passam a ter uma noção da diversidade biológica a nível celular. O maior confronto, entretanto, se dá na abordagem das hipóteses da origem da vida e nas teorias da evolução. Em um interessante trabalho sobre a concepção de evolução, Zaikowskietal (2008), nos Estados Unidos, argumentam sobre a importância da história das ciências e a evolução das ideias de filósofos e cientistas de várias épocas. Segundo eles, a primeira coisa que pensam os estudantes quando ouvem a palavra “evolução” é na evolução bio lógica, que por sua vez não é bem compreendida. Os estudantes compreendem melhor a ev olução biológica quando a evolução é apresentada em um contexto mais amplo, que integra conceitos de física, química e biologia.
É importante explorar não só a evolução do universo, do sistema solar e da vida na Terra, mas também a evolução do conhecimento na perspectiva dos cientistas em cada campo, percebendo como esse conhecimento influiu na “evolução” do entendimento dos processos da natureza.
Aprofundar concepções baseadas no senso comum sobre a evolução dos seres vivos é algo que merece consideração por parte dos professores. Considerar as ideias prévias e avaliar o aprendizado, envolvendo os alunos em diferentes situações de pesquisa e atividades em grupos, podem ser ferramentas interessantes no estudo das teorias evolutivas. Assim, essa pesquisa foi conduzida no intuito de avaliar as percepções de alunos de uma escola pública do município de Giruá, RS, buscando compreender como eles interpretam a questão evolutiva dos seres vivos. Para tanto, procurou-se verificar a percepção dos estudantes da 4ª série do Ensino Fundamental e o aprendizado de estudantes da primeira série do Ensino Médio sobre origem e evolução da vida. Para continuar lendo...
31 julho, 2011
A filosofia faz-se pensando
http://criticanarede.com/fil_fazsepensando.html
Paulo Jorge Domingues de Sousa
Terminei o ano lectivo de 1999/2000 pensando que as aulas expositivas não funcionam bem com o 10.º ano da Introdução à Filosofia. Os alunos foram recebidos na disciplina com uma abordagem teórica que a tornou enfadonha e desmotivante, comprometendo tanto a adesão às actividades da aula como a compreensão profunda e intuitiva daquilo que é a filosofia e de quais são os horizontes que ela nos abre, enquanto pensamento crítico interessado em melhorar a nossa compreensão do mundo e de nós próprios. Caí no erro de falar sobre a filosofia, a partir de fora, e poucas vezes a pus em prática. Os resultados foram maus. Com este tipo de trabalho e de resultados, de modo algum se justifica a inclusão da Filosofia no conjunto das disciplinas de formação geral, dando lugar a aulas enfadonhas que ensinam pouco ou nada que se aproveite e que constitui apenas perda de tempo e de energias. Mea culpa. Das conversas que tive com os outros colegas que leccionaram o 10.º ano durante este ano lectivo, deduzi que algo semelhante se passou com as suas turmas. ... Veja mais aqui
15 julho, 2011
17ª CRE Realiza o I Curso de Formação Continuada para Profissionais da Educação
Acontecerá também, no dia 18, o I Colóquio Sobre Formação Continuada de Trabalhadores em Educação, evento esse desenvolvido em parceria com instituições de ensino superior da Região, Cpers e outras CREs e visa proporcionar o debate e a reflexão de 16 áreas de ensino.
02 abril, 2011
01 abril, 2011
Secretário da Educação do RS visita Santa Rosa
Em Santa Rosa, nesta sexta feira, secretário da Educação do RS, Jose Clovis de Azevedo anunciou concurso para o 2º Semestre de 2011, como demais ações do Governo. Infraestrutura, formação de professores e fundamentos pedagógicos serão as ações principais da Seduc.
O secretário participou também de uma reunião com os dirigentes das instituições de ensino superior da Região. Ficou acertado que as instituições públicas e comunitárias irão elaborar uma proposta em conjunto para a formação de professores.
Ainda na palestra com lideranças políticas de toda a região, diretores e professores de escolas o secretário fez críticas o GEEMPA por afirmar que alfabetiza crianças em um mês. Segundo o Secretário é preciso respeitar o ritmo intelectual de cada criança. Está sendo pensado o ciclo de alfabetização para crianças de 6, 7 e 8 anos. Nesse período deve ser respeitado o percurso da alfabetização de cada estudante. No final do ciclo os estudantes devem sair alfabetizados. "O Estado não pode terceirizar serviços que lhe é de sua obrigação. É papel da Secretaria da Educação desenvolver e apresentar propostas de alfabetização à sociedade gaúcha", afirma Azevedo.
04 abril, 2010
Conferência Nacional de Educação - CONAE 2010
Entre plenárias e discussões sobre a Educação, estiveram reunidos no Ministério de Educação para tratar sobre o PAR com a chefe de gabinete da Secretaria de Educação Básica professora Godiva de Vasconcelos a secretária Fátima Ehlert, Ana Cristina, Jarbas Felicio e o secretário de educação de Porto Xavier professor Edio Eckerleben.
Por Jarbas Felício Cardoso,
Sandra Pimmel e Ana Cristina Duarte.
Organizada pelo MEC e desenvolvida em três etapas: municipal, regional e estadual, no ano de 2009; a Etapa Nacional da Conferência Nacional de Educação - CONAE teve seu desfecho entre os dias 28 de março a 01 de abril, em Brasília/DF. No decorrer de suas etapas contou com a participação de mais de 400 mil pessoas da sociedade civil, que além de estudar, debater e propor emendas sobre educação tiveram a responsabilidade de aprovar o documento referência que é composto por cinco eixos temáticos: EIXO I - Papel do Estado na Garantia do Direito à Educação de Qualidade: Organização e Regulação da Educação Nacional; EIXO II - Qualidade da Educação, Gestão Democrática e Avaliação; EIXO III - Democratização do Acesso, Permanência e Sucesso Escolar; EIXO IV - Formação e Valorização dos Profissionais da Educação; EIXO V - Financiamento da Educação e Controle Social; EIXO VI - Justiça Social, Educação e Trabalho: Inclusão, Diversidade e Igualdade.
Além de ser um dos primeiros municípios do Estado a realizar a etapa municipal, Giruá teve sua participação na etapa estadual com a representação de quatro delegados da Secretaria Municipal de Educação de nosso município: a Secretária de Educação e Cultura, Fátima Anise Rodrigues Ehlert, representando os gestores, o Assessor Pedagógico, Jarbas Felicio Cardoso, representando os trabalhadores em educação e a Supervisora da SMEC, Ana Cristina Czegelski Duarte, representando o Conselho Municipal de Educação e também, de Giruá, a Técnica da SEMA e Bióloga, Melissa Bergmann, representando o segmento pais. Através do processo de votação entre na Etapa Estadual, foram eleitos delegados do Estado: a Secretária Fátima, o Assessor Jarbas e a supervisora Ana Cristina, que representaram com demais delegados, o Estado do Rio Grande do Sul, em Brasília.
A CONAE Nacional representa um marco histórico para a educação nacional; participaram deste evento cerca de 3000 mil pessoas, dentre elas representantes de educadores, gestores, empresários, estudantes e pais, de todo o Brasil, para discutir o Plano Nacional de Educação que irá nortear as ações da educação no país nos próximos dez anos.
Além de reunir representantes do Brasil , observadores e pesquisadores de outros países da América Latina puderam participar do evento e das plenárias que tratavam da aprovação do documento final, a CONAE ficou marcada também por ser um espaço do exercício da democracia que se materializou em colóquios, seminários, palestras, plenárias, debates e shows culturais, todos sendo ministrados por grandes nomes da intelectualidade do país, dentre eles o Ministro da Educação, Fernando Haddad, o Senador Cristovan Buarque, o escritor e poeta Ariano Suassuna e outros. O ponto alto do encerramento foi a presença do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Parabéns aos giruaenses participantes da CONAE.
30 maio, 2009
O conceito de meio ambiente II

Fazendo uma abordagem sobre o conceito de meio ambiente podemos afirmar que os significados das palavras “meio” e “ambiente” referem-se a variadas questões. Tradicionalmente, a palavra “meio” tem conotação advinda do conhecimento científico experimental, mais relacionada ao sentido de substância. O termo “ambiente” fora utilizado em épocas passadas como “circunstâncias”, isto é, como os fatores circundantes que influiriam na vida dos seres vivos. A expressão “meio ambiente”, portanto, é mais restritiva do que “ambiente”, referindo-se ao “meio” "circundante”.
O meio ambiente é considerado como um lugar determinado ou percebido, onde ocorre interação entre os elementos naturais e sociais. Essa interação implica processos de criação cultural e tecnológica e processos históricos e sociais de transformações do meio natural e construído. Por isso, pensar o meio ambiente é pensar a natureza e os espaços modificados pela ação humana. É considerar a importância das matas e da biodiversidade, mas também valorizar o ambiente urbano.
Na próxima semana vivenciaremos a Semana Mundial do Meio Ambiente e, portanto, tal conceito exige de nós, seres livres e conscientes, uma reflexão sobre nossa condição com relação ao que nos circunda. Cabe no mínimo o questionamento: será que estamos de fato cuidando de nosso meio ambiente?




