



es imprecisas ou impossíveis. As ilusões da Figura resultam de pistas falsas e enganosas de profundidade. Na Figura ao lado, por exemplo, os dois monstros projetam uma imagem do mesmo tamanho na retina de nossos olhos, mas a noção de profundidade indicada pelo túnel sugere que estamos olhando para uma cena tridimensional e que, portanto, o monstro da parte superior da imagem está muito mais distante. No mundo real, a experiência nos diz que os objetos aparecem em tamanho menor quando estão distantes. Portanto, nós “corrigimos” a distância e acabamos por perceber o monstro da parte superior como sendo maior, apesar de outras provas em contrário. Sabemos que, na verdade, a imagem é bidimensional, mas ainda assim reagimos como se ela fosse tridimensional.Filmes tridimensionais também funcionam segundo o principio de que o cérebro pode ser induzido a ver três dimensões, caso apareçam imagens ligeiramente distintas para o olho esquerdo e o olho direito (empregando-se o princípio da disparidade retiniana). Assim, nossa compreensão da ilusão perceptiva nos capacita a manipular imagens para efeitos deliberados – e para apreciar os resultados.
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Fonte:
MORRIS, Charles G. MAISTO, Albert. (2004) Introdução à psicologia. Trad. de Ludmilla Lima e Maria Sobreira D. Baptista. São Paulo: Prentice Hall, p. 114 a 116.

A luz branca, por exemplo, é formada por todas as sete cores que você pode ver no arco íris, viajando juntas e com a mesma velocidade ( 300.000km/s). As sete cores são: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Quando este feixe de luz branca encontra um meio material diferente do vácuo, ele pode penetrá-lo, e se isso acontecer cada cor mudará sua velocidade de uma maneira diferente, ou seja, cada cor terá sua própria velocidade neste novo meio. Como o desvio que irá ocorrer depende das suas velocidades, podemos concluir que cada cor vai desviar-se de maneira diferente das outras (isso só não acontece quando o raio de luz chega perpendicularmente à superfície de separação entre os meios materiais).
Os raios de luz são propagados em forma de diferentes tamanhos de ondas. O comprimento de uma onda de luz é extremamente pequeno. Está situado entre 400 e 800 nm (nanômetros). Para se ter uma idéia deste tamanho, um nanômetro (1nm) equivale a uma parte do metro (1m) fracionado em um bilhão de partes.
Ou melhor, 1\ 1.000.000.000 do metro.
São essas ondas de luz que atingindo nossos olhos provocam os estímulos visuais. Esses estímulos possuem características específicas que são distinguidas entre os demais, por tamanho, proximidade, iluminação e cor.
A natureza, o homem, a cor


Mas qual o sentido desses termos? Tomarei cada uma das três orações que compões esse período e tentarei explicar o sentido que elas têm para mim. Que tipo específico de relação é esse que eu gostaria de estabelecer?
“A busca por opiniões é nobre; mas tanto as perguntas quanto as respostas são perigosamente deficientes.”Exemplo de diagnóstico apresentado por Davis:
"Esse trabalho invariavelmente conduz a uma nova forma de identificar o “consumidor alvo”. A população que estamos tratando pode ser ressegmentada, não demograficamente, ou segundo seu relacionamento com um produto ou aspecto, mas por suas queixas centrais sobre a vida, e sua estratégia central para lidar com essa queixa. Por exemplo, para uma empresa de seguro-saúde, precisamos ver as usuárias atuais de, digamos, terapia de reposição hormonal. Começaríamos com grupos focais nos quais conversaríamos sobre questões não relativas a cuidados de saúde, mas às vidas das mulheres que usam ou podem um dia vir usar essa terapia. Desenvolveríamos um relacionamento pessoal com nossas pareceristas. Promoveríamos grupos de fusão não apenas com ginecologistas e outros médicos de cuidados preventivos, mas também, digamos, com diretores de spas de saúde, editores de revistas, autores, participantes de grupos de outo-ajuda para mulheres, agentes de viagens, consultores financeiros, compradores pessoais, farmacêuticos, acadêmicos investigando questões de auto-imagem feminina, psicoterapeutas, mulheres roteiristas de programas humorísticos de televisão, e mulheres cientistas pesquisando questões de saúde feminina. Onde ocorrem convergências de noções sobre as questões mais importantes no coração e na mente dessa consumidora? Tendo por base essas emoções, identificaríamos novas segmentações do grupo de consumo alvo, determinadas não por questões de produto, mas por questões de vida. Como a forma de como moldarmos nossa transação com essa consumidora afeta as questões maiores? Esta visão da consumidora conduz a segmentações anticonvencionais. Por exemplo, as consumidoras potenciais para companhias de seguro-saúde seriam identificadas não por “estado de doença” ou “sintomatologia” – digamos, mulheres de cinqüenta e tantos anos com problemas de artrite – mas pela auto-imagem das vitimas de artrite ao lidar com seu estado de espírito. Neste modo, as consumidoras alvo seriam identificadas com “as Melindrosas”, “as Frágeis”, “as Solucionadoras de Problemas Hiper-racionais”, as “Caçadoras do Bem-Estar”, ou as “Curandeiras Pelo Prazer”, um novo tipo de identificação de necessidade do consumidor que aborda não o problema funcional, mas o estado de espírito. Todo o marketing, neste modelo, segue o protocolo de primeiro diagnosticar o estado de espírito, e então proceder o tratamento." (Davis, p. 261 a 262)
Técnicas de diagnóstico (as sugestões são minhas e foram feitas a partir de minha análise sobre o texto):
1-Diagnóstico de consumo por análise de comportamento: vivência, dinâmicas interpessoais, imagens, filmagens...
2-Mesas-redondas ( ao estilo das sessões de psicoterapia de grupo). A discussão deve ser feita sem referência direta do produto investigado.
3- Grupo focal ( laboratório para estudar dinâmica do comportamento). Discussão e coleta de opinião sobre produto específico.
4- Colaboração de grupos de consumidores especiais (os antenados) que possuem o cuidado de observar e compreender seu próprio comportamento e de companheiros. Observação e introspecção.
5- Grupos de fusão (coleta de opiniões de especialistas de diferentes categorias que possuem relacionamento com o consumidor ou produto alvo).
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DAVIS, Melinda. A nova cultura do desejo: os segredos sobre o que move o comportamento humano do século XXI. Rio de Janeio: Afiliada, 2002.
Abraham Maslow tinha formação em psicologia experimental e havia pesquisado o comportamento dominante nos primatas, mas num dado momento trocou o que julgava uma abordagem científica reducionista e estéril pela estratégia humanística mais holística. Depois de concluir um doutorado em 1934, ele foi para Nova York e acabou tornando-se professor do Brooklyn College, onde permaneceu até 1951, tendo então se transferido para a Brandeis University (perto de Boston) e permanecendo ali até o fim de sua carreira. Maslow é conhecido entre os alunos de psicologia geral por sua hierarquia das necessidades, modelo que propõe uma série de sistemas de necessidades que estavam abaixo, arrumada em forma de pirâmide, com as de níveis inferiores e mais primitivas em baixo e a auto-realização no topo. Para atingir a uto-realização, era necessário satisfazer todas as necessidades que estavam abaixo: necessidades fisiológicas, de segurança, de amor e entrosamento e de auto-estima, nessa ordem. Para Maslow, o estudo da auto-atualização, ao contrário das estratégias voltadas para os distúrbios psicológicos (como, por exemplo, a psicanálise de Freud), produziria uma psicologia mais saudável. Conforme disse num trecho citado muitas vezes, “o estudo de espécimes traumatizados, atrofiados, imaturos e doentios só pode produzir uma psicologia igualmente prejudicada. [...] O estudo de pessoas que se auto-atualizam deve constituir a base de uma ciência mais universal da psicologia” (Maslow, 1954, p.234). Maslow seguiu seu próprio conselho e analisou mais detidamente o conceito de auto-atualização, identificando pessoas reais cuja história levasse a crer que eram personagens auto-atualizados e, em seguida, buscando elementos comuns entre elas. O trabalho começou informalmente e ele refletiu sobre duas pessoas que havia conhecido em Nova York, a antropóloga Ruth Benedicit e o psicólogo gestaltista Max Wertheimer. Maslow diria posteriormente que, enquanto estudava Benedicit e Wertheimer, percebeu que “ os dois padrões (dessas duas pessoas) poderiam ser generalizados. Eu estava falando sobre um tipo de pessoa, e não sobre dois indivíduos que não poderiam ser comparados. [...] Tentei descobrir se esse padrão poderia ser encontrado em outras pessoas” (Maslow, 1971, pp. 41-42). E podia. Usando de diversas técnicas, Maslow identificou várias pessoas que aparentemente compartilhavam alguns dos atributos de Benedicit e Wertheimer. Maslow descobriu que as pessoas que se auto-atualizavam percebiam a realidade com precisam, eram extremamente independentes e criativos, agiam de fôrma espontânea e natural com os demais, viam seu trabalho mais como uma carreira ou vocação, que como um emprego, possuíam um forte código moral e ocasionalmente tinham momentos de satisfação ou fruição intensas, aos quais denominou experiências de pico.
A Abordagem Humanística da Psicologia______________________
Fonte:
GOODWIN, C. James. História da psicologia moderna. Trad. de Marta Rosas. São Paulo: Cultrix, 2005. P. 456 - 457.
Digitação de Simone Daiane A. Alves (Aluna da Turma 613 - Secretariado)