| Liderança. |
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| ROLY GRIMSHAW* |
22 março, 2007
Prenda a atenção do seu público
18 março, 2007
Lei Geral da Micro e Pequenas Empresas prevê mais agilidade para abertura e fechamento de empresas
No Canadá, são necessários dois dias e dois procedimentos para abrir uma empresa; no Brasil são 17 processos obrigatórios e pelo menos 70 diasUm dos maiores entraves para o crescimento econômico do País e da iniciativa privada nacional é a burocracia, um dos fatores que mais contribuem para o chamado 'custo Brasil'. Para o dono de uma micro e pequena empresa, a burocracia é sentida e sofrida desde o início.
A abertura de um empreendimento em nosso País é um processo que demanda mais tempo que deveria. Em média, 152 dias, segundo uma pesquisa do Banco Mundial; 70, por um levantamento do Sebrae em São Paulo. Para se ter uma idéia, em um país como o Canadá são necessários dois dias e apenas dois procedimentos - no Brasil são 17 processos obrigatórios.
"Há exigências burocráticas excessivas, custosas, e que agora a legislação tenta melhorar", admite Paulo Melchor, consultor do Sebrae em São Paulo. A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas prevê diversos avanços nesse capítulo, embora algumas partes ainda aguardem regulamentação, ou seja, precisam de ajustes e a adoção de normas técnicas definidas para entrarem em vigor definitivamente.
A lei prevê, por exemplo, um cadastro único para que o empresário não tenha que apresentar diversas vias para abrir uma empresa. O sistema já funciona experimentalmente em São Paulo e na Bahia, com o empresário ao mesmo tempo conseguindo a inscrição estadual na Secretaria de Fazenda e o CNPJ, via internet.
O texto final da lei traz outra mudança prática, que entrará em vigor em breve. Em seu artigo 6º, está escrito que "os requisitos de segurança sanitária, metrologia, controle ambiental e prevenção contra incêndios, para os fins de registro e legalização de empresários e pessoas jurídicas, deverão ser simplificados, racionalizados e uniformizados". Se uma empresa tiver baixo grau de risco em sua atividade, o empresário não precisará de vistoria para conseguir alvará de funcionamento. Até junho, os órgãos responsáveis deverão já ter definido os critérios de definição de baixo risco.
Se essa norma já estivesse em vigor, o empreendimento de Lenice Blanco Pereira não teria sido tão prejudicado. Quando abriu a farmácia de produtos dermatológicos Belle Farma, em 2004, ela fez todos os procedimentos corretamente. Em uma semana, com a ajuda de um contador, já tinha CNPJ e havia pagado todas as taxas. Tudo pronto, imóvel alugado, faltava um engenheiro da prefeitura fazer a vistoria para que Lenice obtivesse o alvará de funcionamento. O papel, que também permitia comprar dos fornecedores, acabou demorando oito meses.
"Fiquei com a empresa parada, pagando aluguel e todas as contas. Nos primeiros meses difíceis, não tinha capital de giro porque havia gastado tudo logo no início", afirma Lenice, que emprega também sua irmã e dois filhos.
Outro dado importante no que concerne à desburocratização é que aberturas, alterações e baixas na constituição de uma empresa ocorrerão "independente da regularidade de obrigações tributárias, previdenciárias ou trabalhistas", como está no texto da lei. Ou seja, o empresário poderá encerrar uma empresa e passar suas dívidas com o governo para as pessoas físicas dos sócios. A certidão de "inexistência de condenação criminal" também não é mais necessária na abertura de empresa.
Planejamento
Enquanto as mudanças previstas na lei não chegam, o que o empresário deve fazer é se informar sobre todos os procedimentos e documentos necessários para abrir ou fechar uma empresa antes de começar o processo. "Muitas vezes leva tanto tempo porque os empresários deixam de apresentar uma série de documentos, não se programam na hora de abrir o negócio. Mas, isso é o primeiro passo, faz parte do planejamento da empresa. Quando o empreendedor começa sem levantar esses dados, já começa mal", alerta Melchor.
A Lei Geral prevê a criação de um portal na internet que centralize informações e procedimentos necessários para a abertura de empresas. Nesse sentido, a lei encoraja a criação de agências que reúnam as entidades necessárias para a abertura de empresa em um só lugar.
Com certeza, a legislação federal vai trazer o debate para os municípios. A facilitação de procedimentos para a abertura de empresas é de interesse nacional", afirma Melchor. Lenice cobra essas mudanças. “Tem que dar condições para funcionar direito, para aí sim gerar emprego e renda", acredita.
Imagens subliminares impactam o cérebro
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- Esta é a primeira vez que se demonstra que o cérebro pode prestar atenção a coisas das quais nós nem sequer tomamos consciência - disse em entrevista o Dr. Bahado Bahrami, chefe da equipe.Os pesquisadores empregaram uma técnica de escaneamento chamada MRI para registrar a atividade cerebral de voluntários aos quais foram mostradas imagens e depois se pediu que desempenhassem tarefas. Os cientistas constataram que o cérebro responde a imagens tênues, embora o espectador não tenha consciência de ter visto as imagens.Para Bahrami, a descoberta aponta para o tipo de influência que a publicidade subliminar pode exercer sobre o cérebro.Os cientistas pediram a voluntários que usassem óculos com lentes filtradas para azul e vermelho e lhes apresentaram uma imagem tênue de objetos do cotidiano a um olho e uma imagem forte em lampejos contínuos para o outro. A imagem forte encobriu totalmente a imagem tênue. Também se pediu aos voluntários que realizassem tarefas mentais simples e mais difíceis ao mesmo tempo.Durante as tarefas mais fáceis, os cérebros dos voluntários captaram os estímulos subliminares, mas, nas tarefas mais difíceis, o MRI não registrou atividade cerebral, porque o cérebro bloqueou a entrada das imagens subliminares.- O que comprovamos é que podemos receber do córtex visual (do cérebro) respostas confiáveis que correspondem a imagens tênues, mesmo que os sujeitos não enxerguem essas imagens - disse Bahrami. - Essas reações se reduzem quando os sujeitos estão ocupados fazendo algo difícil.
14 março, 2007
Por Seções
Psicologia da comunicação para a publicidade. Relações Humanas e Ética para a Contabilidade e Relações Humanas para o Secretariado. Desde já observar que, nesta primeira fase os cursos de contabilidade e secretariado terão conteúdos semelhantes na matéria de R.H. Porém, ao longo do ano, tais conteúdos serão diferenciados com Ética para a Contabilidade e Relações Públicas para o Secretariado.
12 março, 2007
Olá,
criei um e-mail aberto para todos, conteúdos e textos interessantes enviarei para o reverido. O e-mail é: moranapsicologia@gmail.com , a senha eu digo na aula.
Abraços, Jarbas.
17 outubro, 2006
Um Bom Site...
27 setembro, 2006
26 setembro, 2006
Percepção subliminar II
Sob quais circunstâncias as mensagens fora de nossa consciência afetam nosso comportamento?
Contudo, há algumas evidências de que, sob condições cuidadosamente controladas, as pessoas podem ser influenciadas por informações fora de sua consciência. Em um estudo, por exemplo, foi mostrada a um grupo de pessoas uma lista de palavras relacionada a competição, enquanto um segundo grupo observa uma lista de palavras neutras (Nunberg, 1988). Mais tarde ao participar de um jogo, as pessoas a que tinha sido mostrada a lista subliminar de palavras com sugestão de competitividade tornaram – se especialmente competitivas. Em outro estudo, um grupo foi subliminarmente exposto a palavras que sugiram honestidade (uma característica positiva), enquanto outro foi subliminarmente exposto a palavras relativas à honestidade (uma característica negativa). Subseqüentemente, todos os participantes leram uma descrição de uma mulher cujo comportamento podia ser visto como honesto ou hostil.
Quando se pediu que estimassem as características da mulher, as pessoas que tinham sido subliminarmente expostas a palavras relacionadas a “honestidade” classificaram –na como honesta, e aquelas que haviam sido subliminarmente expostas a palavras ligadas a “hostilidade” julgaram – na hostil (Erdley e D’Agostinho).
Estudos como esse indicam que em um cenário de laboratório, as pessoas podem processar as informações que ficam fora de sua consciência e reagir a elas. Mas permanece a questão de que não há nenhuma evidência científica independente de que mensagens subliminares em propaganda ou fitas de auto-ajuda tenham um efeito considerável (Beatly e Hawkins, 1989; Greenwald et al., 1991, T. G. Russell, Rowe e Smouse, 1991; Smith e Rogers, 1994; Undewood, 1994). As teorias sobre a percepção extra-sensorial também não foram confirmadas por pesquisa científica.
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MORRIS, Charles G. MAISTO, Albert. (2004) Introdução à psicologia. Trad. de Ludmilla Lima e Maria Sobreira D. Baptista. São Paulo: Prentice Hall, p. 84.
Psicologia das cores IV - Ilusões visuais

es imprecisas ou impossíveis. As ilusões da Figura resultam de pistas falsas e enganosas de profundidade. Na Figura ao lado, por exemplo, os dois monstros projetam uma imagem do mesmo tamanho na retina de nossos olhos, mas a noção de profundidade indicada pelo túnel sugere que estamos olhando para uma cena tridimensional e que, portanto, o monstro da parte superior da imagem está muito mais distante. No mundo real, a experiência nos diz que os objetos aparecem em tamanho menor quando estão distantes. Portanto, nós “corrigimos” a distância e acabamos por perceber o monstro da parte superior como sendo maior, apesar de outras provas em contrário. Sabemos que, na verdade, a imagem é bidimensional, mas ainda assim reagimos como se ela fosse tridimensional.Filmes tridimensionais também funcionam segundo o principio de que o cérebro pode ser induzido a ver três dimensões, caso apareçam imagens ligeiramente distintas para o olho esquerdo e o olho direito (empregando-se o princípio da disparidade retiniana). Assim, nossa compreensão da ilusão perceptiva nos capacita a manipular imagens para efeitos deliberados – e para apreciar os resultados.
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Fonte:
MORRIS, Charles G. MAISTO, Albert. (2004) Introdução à psicologia. Trad. de Ludmilla Lima e Maria Sobreira D. Baptista. São Paulo: Prentice Hall, p. 114 a 116.
13 setembro, 2006
01 setembro, 2006
Psicologia das cores III - Refração e Absorção

Mas porque será que este desvio ocorre?
Ele ocorre pelo fato da luz mudar sua velocidade quando passa de um meio material para outro.
A luz branca, por exemplo, é formada por todas as sete cores que você pode ver no arco íris, viajando juntas e com a mesma velocidade ( 300.000km/s). As sete cores são: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta. Quando este feixe de luz branca encontra um meio material diferente do vácuo, ele pode penetrá-lo, e se isso acontecer cada cor mudará sua velocidade de uma maneira diferente, ou seja, cada cor terá sua própria velocidade neste novo meio. Como o desvio que irá ocorrer depende das suas velocidades, podemos concluir que cada cor vai desviar-se de maneira diferente das outras (isso só não acontece quando o raio de luz chega perpendicularmente à superfície de separação entre os meios materiais).Sabemos que a cor que mudar mais sua velocidade será a que irá sofrer o maior desvio, e a cor que mudar menos sua velocidade sofrerá o menor desvio.
Absorção
Um fato curioso sobre a absorção da luz é que ela pode explicar o fato dos objetos serem coloridos da maneira como são.
Porque uma maça é vermelha?
A resposta é simples, ela é vermelha, pois os raios de luz que saem da maça e chegam até nossos olhos são vermelhos. Se uma maça é iluminada com luz branca (que sabemos ser a soma de todas as cores) e se a vemos vermelha, podemos concluir que nem todas as cores que chegaram foram refletidas. Se assim fosse veríamos a maça branca, e não vermelha. O que ocorre é que a casca da maça absorve todas as cores que chegam, menos a vermelha, que é refletida. Por isso só vemos o vermelho. Isso acontece com todos os outros objetos coloridos que vemos por ai.
Do ponto de vista da óptica, você seria capaz então de explicar porque uma folha é verde?
Quando um objeto é preto (ausência de luz) significa que ele absorveu todas as cores e não refletiu nenhuma, mas se um objeto for branco, significa que ele refletiu todas as cores.
Psicologia das cores II - Como se processa a visão? (Publicidade)
Os raios de luz são propagados em forma de diferentes tamanhos de ondas. O comprimento de uma onda de luz é extremamente pequeno. Está situado entre 400 e 800 nm (nanômetros). Para se ter uma idéia deste tamanho, um nanômetro (1nm) equivale a uma parte do metro (1m) fracionado em um bilhão de partes.
Ou melhor, 1\ 1.000.000.000 do metro.
São essas ondas de luz que atingindo nossos olhos provocam os estímulos visuais. Esses estímulos possuem características específicas que são distinguidas entre os demais, por tamanho, proximidade, iluminação e cor.
30 agosto, 2006
Psicologia das cores I - Publicidade
A natureza, o homem, a corColor, dizia o latino, na antiga Roma, para expressar o que hoje nós chamamos “cor”, os franceses couleur, os espanhóis color, os italianos colore; tudo para expressar uma sensação visual que nos oferece a natureza através dos raios de luz irradiados em nosso planeta.
É uma onda luminosa, um raio de luz branca que atravessa nossos olhos. A cor será depois uma produção de nosso cérebro, uma sensação visual colorida, como se nós estivéssemos assistindo a uma gama de cores que se apresentasse aos nossos olhos, a todo instante, esculpida na natureza à nossa frente.
Os olhos, portanto são nossa máquina fotográfica, com a objetiva sempre pronta a impressionar um filme invisível em nosso cérebro.
Se abrirmos conscientemente os olhos ao mundo que nos rodeia, veremos que vivemos mergulhados num cromatismo intenso (...)
O azul do céu, o verde das folhas, o colorido deslumbrante das flores, os diversos tons das águas do mar e a natureza toda impõem suavemente o império da cor.
O homem vive eternamente com suas sensações visuais, oferecidas pelo ambiente natural que o rodeia e por ele mesmo, pela realização de suas obras, (...)

É uma preocupação antiga do homem desejar sempre reproduzir o colorido da natureza em tudo que o rodeia.
O uso da cor não é apenas uma questão estética (percepção), mas fisiológica, psicológica e cultural.
Foi no século XX que se buscou explorar mais as cores em especial com a Gestalt. Segundo os gestaltistas, a percepção humana é um conjunto coordenado de impressões e não um grupo de sensações isoladas. Várias experiências foram realizadas na Gestalt em relação as cores. P.ex. uma parede vermelha pode “avançar”, uma parede azul-clara “afastar-se”, uma parede amarela “desaparecer”
Na segunda metade do séc. XX os urbanistas procuram explorar as cores no sentido da comunicação visual e nos meios de motivar mais o público consumidor. Exemplo, foi oferecendo luz e cores às noites tristes e sombrias das grandes cidades com a linguagem da imagem, usando a presença sugestiva, concreta, cômoda e persuasiva...
As imagens são forças psíquicas que podem ser mais fortes que as experiências reais. É claro que o impacto que predomina é o da cor. (...)
Utilizando a cor:
A cor é utilizada em diferentes áreas, tais como, educação, prevenção de acidentes, decoração, medicina, produtividade, moda, trânsito e outras.
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28 agosto, 2006
Tudo sobre Empatia!!!
Quando outras pessoas ao nosso redor manifestam certos sentimentos, parece natural que tenhamos esse mesmo sentimento. O "sentir com os outros", constitui o que chamamos de simpatia. Para simpatizarmos inteiramente com outras pessoas é necessário o exercício da imaginação, precisamos nos colocar em seu lugar e encarar as coisas de seu ponto de vista. E para que o processo seja completo precisamos saber como lidar com a situação que influi em nossos amigos; precisamos da experiência na conduta cooperadora.
Empatia significa mais "sentir o que se passa no íntimo", portanto algo mais profundo que simpatia. "Pode ser que uma pessoa não esteja experimentando nenhum sentimento, mas esteja vivenciando uma situação que despertaria em nós, caso estivéssemos no lugar dela, um sentimento apropriado para aquela situação, identificando-nos com a pessoa. O sentimento da empatia se manifesta no comportamento externo".
Segundo Freud, "um caminho por via da imitação, conduz da identificação à empatia, isto é, à compreensão do mecanismo pelo qual ficamos capacitados para assumir qualquer atitude em relação à vida mental".
Segundo o antropólogoTariq Kamal...
Empatia tem algo de fortemente biológico. Diferente de como alguns pensam, não se pode encená-la. Empatia significa pensar com os pés dentro dos sapatos do outro. (...)
O segredo é contar com o coração. Há em todos nós uma linguagem que sai diretamente de dentro do peito. Encenar é com o cérebro; falar com empatia é coisa do coração. (...)
Segundo o Professor José Roberto Goldim...










